{"id":17461,"date":"2017-10-30T07:16:08","date_gmt":"2017-10-30T06:16:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.piratasdenabia.com\/10-curiosidades-que-talvez-nao-saiba-sobre-as-ilhas-atlanticas-da-galiza\/"},"modified":"2017-10-30T07:16:08","modified_gmt":"2017-10-30T06:16:08","slug":"10-curiosidades-que-talvez-nao-saiba-sobre-as-ilhas-atlanticas-da-galiza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.piratasdenabia.com\/pt-pt\/10-curiosidades-que-talvez-nao-saiba-sobre-as-ilhas-atlanticas-da-galiza\/","title":{"rendered":"10 curiosidades que talvez n\u00e3o saiba sobre as ilhas atl\u00e2nticas da Galiza"},"content":{"rendered":"<p>Se h\u00e1 uma coisa que conhecemos na N\u00e1bia, s\u00e3o as ilhas, viajamos para elas e nunca nos cansamos de as descobrir. Especificamente, hoje queremos falar-vos de C\u00edes, Ons e S\u00e1lvora, que fazem parte do Parque Nacional das Ilhas Atl\u00e2nticas.<\/p>\n<p>Mesmo que as conhe\u00e7amos bem, as ilhas oferecem-nos tanto que vemos coisas diferentes de cada vez que as visitamos. Vemos como a paisagem muda consoante a esta\u00e7\u00e3o do ano, vemos hist\u00f3rias que as crian\u00e7as imaginam, vemo-las com os olhos de quem v\u00ea o mar pela primeira vez ou, de repente, vemos como somos acompanhados no nosso passeio por um ganso-patola que voa a poucos metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que hoje queremos apresentar-lhe dez lendas, factos e curiosidades sobre estas ilhas que talvez n\u00e3o conhe\u00e7a.<\/p>\n<ol>\n<li>Especula-se que a ilha de Ons e as ilhas C\u00edes faziam parte das <strong>Cassiterides<\/strong> de que falavam os gregos antigos. O nome <em>Kassiteros<\/em> significa produtores de estanho. Os gregos deram este nome a um grupo de ilhas que produziam o estanho que chegava \u00e0s suas aldeias.<strong>. A localiza\u00e7\u00e3o exacta destas ilhas continua a ser um mist\u00e9rio.<\/strong>  e referia-se a um local entre a Galiza, a Bretanha francesa e a Gr\u00e3-Bretanha. N\u00e3o existem provas da exist\u00eancia de minas de estanho nas ilhas, pelo que estas teriam sido um entreposto comercial na rota comercial.<\/li>\n<li>Diz a lenda que <strong>as Ilhas C\u00edes serviram de ref\u00fagio aos Herm\u00ednios<\/strong>, como se fossem uma \u00faltima aldeia gaulesa. Os Herm\u00ednios eram um povo celta do norte de Portugal, um grupo destes guerreiros conseguiu escapar aos romanos, refugiando-se na ilha das C\u00edes. Finalmente, ap\u00f3s o cerco de J\u00falio C\u00e9sar e das suas tropas na ilha de Pharos, os Herm\u00ednios tiveram de se render aos Romanos.<\/li>\n<li><strong>O farol de C\u00edes<\/strong> <strong>\u00e9 o farol galego cuja luz \u00e9 a mais alta acima do n\u00edvel do mar, com 187 metros.<\/strong>  Os nossos visitantes sabem-no bem, uma vez que o caminho para o farol \u00e9 um dos mais concorridos e mais procurados devido \u00e0 sua subida em ziguezague, que exige um esfor\u00e7o final antes de atingir o ponto mais alto das ilhas.<\/li>\n<li><strong>As C\u00edes serviram de posto de controlo sanit\u00e1rio<\/strong> provis\u00f3rio antes da constru\u00e7\u00e3o do lazareto de San Sim\u00f3n em 1842. Nessa altura, viviam nas ilhas um delegado de sa\u00fade, dois pilotos e quatro marinheiros que iam <strong>ao encontro de todas as embarca\u00e7\u00f5es que se dirigiam ao porto de Vigo<\/strong> para se informarem da sua proveni\u00eancia e do seu estado de sa\u00fade. Se suspeitassem que a tripula\u00e7\u00e3o do navio pudesse estar infetada por uma doen\u00e7a, ordenavam que fossem detidos at\u00e9 chegarem ao porto.<\/li>\n<li><strong>O farol de Ons \u00e9 um dos far\u00f3is de maior alcance da Galiza e de Espanha.<\/strong>  O seu feixe tem um alcance de 25 milhas, o que equivale a cerca de 46 km. Al\u00e9m disso, o farol de Ons continua a ser controlado pelos olhos de um faroleiro, um dos poucos exemplos que restam em Espanha.<\/li>\n<li><strong>A ilha de S\u00e1lvora tem a sua pr\u00f3pria sereia: Mari\u00f1a.<\/strong>  Uma sereia muda que foi encontrada na praia pelo cavaleiro Dom Froilaz. Don Froilaz casou-se com ela e dessa rela\u00e7\u00e3o nasceu Mari\u00f1o. Numa tentativa de fazer Mari\u00f1a falar, o fidalgo decidiu assust\u00e1-la e aproximou o filho de uma fogueira, fingindo atir\u00e1-lo ao fogo. Foi com esta impress\u00e3o que a sirene emitiu o seu primeiro som. Assim nasceu a linhagem dos Mari\u00f1o, os primeiros propriet\u00e1rios da ilha.<\/li>\n<li><strong>Ons \u00e9 a ilha com mais <em>furnas<\/em> no Parque, cerca de 30<\/strong>. <em>As furnas<\/em> s\u00e3o grutas criadas pela eros\u00e3o em zonas de arriba e pela fractura\u00e7\u00e3o de rochas. O mais visitado de todos \u00e9 o <em>Buraco do Inferno<\/em>, uma <em>furna<\/em> cujo teto ruiu, criando um po\u00e7o de 43 metros.<\/li>\n<li><strong>Os cavalos galegos vivem na ilha de S\u00e1lvora.<\/strong>  O pastoreio sempre foi uma atividade tradicional na ilha de S\u00e1lvora e hoje cerca de uma dezena de cavalos pastam livremente e contribuem para a conserva\u00e7\u00e3o da paisagem.<\/li>\n<li><strong>Tanto C\u00edes, como Ons e S\u00e1lvora tinham f\u00e1bricas de sal<\/strong> ga. O car\u00e1cter insular e a liga\u00e7\u00e3o dos seus habitantes com o mar sempre foram importantes, e prova disso \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o das suas economias com as actividades pesqueiras.<\/li>\n<li>O famoso microclima de que se fala frequentemente n\u00e3o \u00e9 uma lenda urbana. O clima das ilhas n\u00e3o \u00e9 t\u00edpico do car\u00e1cter atl\u00e2ntico que temos em terra, pois a falta de precipita\u00e7\u00e3o no ver\u00e3o leva a um per\u00edodo de seca. Esta situa\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00edpica de um <strong>clima mediterr\u00e2nico<\/strong>.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Estes s\u00e3o apenas alguns factos sobre as ilhas, <strong>venha descobri-las connosco<\/strong> ( <a href=\"https:\/\/www.piratasdenabia.com\/comprar-billetes\">https:\/\/www.piratasdenabia.com\/comprar-billetes<\/a> ) e ver\u00e1 como elas nos contam hist\u00f3rias diferentes, tudo depende da cor do vidro atrav\u00e9s do qual as olhamos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se h\u00e1 uma coisa que conhecemos na N\u00e1bia, s\u00e3o as ilhas, viajamos para elas e nunca nos cansamos de as descobrir. Especificamente, hoje queremos falar-vos de C\u00edes, Ons e S\u00e1lvora, que fazem parte do Parque Nacional das Ilhas Atl\u00e2nticas. 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